Dizem que sou apaixonada

Dizem que sou apaixonada.

Apaixonada eu devo ser.

Pela vida, família, amigos.
Pelo jornalismo, aventuras e viagens.
Pelo Palmeiras, Bob Esponja e o cantor canadense.

Pelo queijo, doce de leite e goiabada.
Mas também pelo croissant e o red velvet.

Pela natureza, montanhas e Minas Gerais.
Mas também os prédios altos, a Torre Eiffel e muito mais.

O pássaro que canta na minha janela,
o frio do inverno embaixo da coberta.

O calor do verão numa cachoeira,
a primavera com chuva passageira.

No outono, passeio com o cachorro.
As férias na Praia do Morro.

Um sorvete com leite condensado,
pra ficar melhor só precisa de um abraço.

É que às vezes eu penso:
que graça tem olhar pra vida sem graça nenhuma?

Acho que o segredo é olhar com o coração.
Um coração que encontra fascínio nas pequenas sutilezas da vida.
Um coração que entende que tá tudo bem não estar bem de vez em quando.
Mas um coração que tem gratidão pelas experiências diárias.

Mantenho selada a promessa de viver novas descobertas.
E que a paixão seja o fio condutor, sempre.
Que a gente consiga criar castelos de cumplicidade e compreensão com quem nos conectamos.

Nos altos e baixos da vida, recomendo: olhar em volta, olhar para si e sorrir.

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